Marta SilvaPsicóloga

Sobre a psicóloga

Marta Silva

De criança a adulto, um jeito diferente de cuidar em cada fase da vida.

Retrato da psicóloga Marta Silva
Psicóloga Marta Silva · CRP 05/48594

Como eu trabalho

Recebo pessoas de todas as idades: adultos em fases de ansiedade, sobrecarga, autoestima abalada, conflitos de relacionamento ou luto; adolescentes em busca de espaço para se entender; e crianças que ainda não têm palavras para tudo o que sentem. Cada um chega do seu jeito, e não precisa saber explicar direito o motivo para começar.

Com adultos e adolescentes, o caminho é a conversa. Já com crianças, uso bastante o brincar, o desenho e o jogo: é através da brincadeira que a criança consegue elaborar o que está sentindo, muitas vezes antes mesmo de ter palavras para isso. Os responsáveis participam do processo, sempre respeitando o espaço da criança.

Terapia não é dar conselho nem passar receita pronta. É um trabalho a duas mãos: você (ou seu filho, com você por perto) traz a sua vivência, e eu trago ferramentas para olhar para ela com outros olhos — daí nascem formas novas de lidar com o que incomoda.

Tudo o que acontece na sessão fica entre nós. O sigilo profissional é um dever previsto no Código de Ética Profissional do Psicólogo, e é o que sustenta a confiança necessária para esse trabalho.

O que você pode esperar

Três coisas que não mudam, seja qual for a idade

Confidencialidade

O que é dito na sessão não sai dali. As exceções são só as previstas em lei e no Código de Ética — e, quando existirem, são conversadas antes com você (ou com o responsável, no caso de crianças e adolescentes).

Acolhimento, não julgamento

Não é preciso chegar com a história arrumada, nem escolher as palavras certas — ou, no caso das crianças, nem saber falar sobre o assunto de jeito nenhum. Dá para começar pelo desenho, pelo brinquedo ou pelo silêncio.

Tempo de cada um

Não existe prazo fixo nem meta imposta. O processo é revisto periodicamente com você, inclusive para decidir junto quando faz sentido encerrar.

Bora conversar?

Se chegou até aqui e fez sentido pra você, o próximo passo é simples: me chama e conta, com suas palavras (ou pede pro seu filho desenhar), o que está acontecendo.

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